sexta-feira, 9 de março de 2012

COZINHA: QUAL ILUMINAÇÃO ADEQUADA?

         LUZ e COR: interagem sempre. A incidência da luz muda a tonalidade da cor, assim como diferentes cores refletirão também a luz incidente sobre elas de modo distinto.
 Imagem:arquitetandonanet.blogspot.com;

Dica Importante: sempre teremos dois tipos de percepção: uma diurna, luz natural; e  uma noturna, onde os ambientes se transformam cada vez que uma lâmpada é acessa.

            A iluminação adequada na cozinha faz o aconchego da família. Muitas residencias de hoje não contam com entrada de luz natural no ambiente, então precisamos elaborar um projedo adequado para este espaço, o ideal é que a luz geral possa integrar a luz pontual. 
         Neste ambiente, pensando na economia, mais adequado é a luz branca, sendo bem distribuídas e proporcionando facilidade na preparação do alimento, etc. Podemos explorar ao máximo iluminação embutida, nos armários e bancadas. Mas devemos ter o cuidado de não deixar muito perto das paredes, pois poderão provocar sombras incômodas. Uma ótima dica, instalar pendentes nas ilhas e mesas, com luzes mais quentes, assim transmitindo a sensação de acolhimento  na hora das refeições. 
      O pé-direito muito alto podem receber muito bem um pendente com foco de luz direcionada para baixo. O teto permanecerá sempre mais escuro diminuindo ilusoriamente a altura do pé-direito e aconchegando um pouco mais o ambiente. 



imagem: casadevalentina.com.br.

Sugestão para uso:

Plafons: execelente para proporcionar iluminação geral difusa. Se utilizado quase na cor do teto podem "desaparecer" no ambiente. Podem receber lãmpadas incandescentes ou fluorescentes, mas não são recomendados como única fonte de iluminação em ambientes com paredes escuras, pois não refletiram adequadamente a luz.
Pendentes: podem ser transformados em centro de interesse sendo um modelo exclusivo. Também tem diferentes tipos de foco luminoso dependendo do modelo escolhido. Nesse caso, procure evitar concorrência entre lustre e outras peças expressivas.
Spots: especiais para lâmpadas halógenas são recomendáves para quadros. Onde seja indispensável a ausência do calor gerado pela lâmpada halógena.




sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012




 Piso da Cozinha: qual a cor e o material ideal?

       Bom para iniciarmos a nossa sexta-feira, vamos dar algumas dicas de material e cor ideal para seu piso. Já para quebrar alguns dilemas, não existe piso ideal, depende do uso e bolso de cada cliente. 
      Como toda decoração começa pelo chão. O piso correto e também para embelezar o ambiente, seja cozinha ou quarto.
       Sempre prefira material de fácil limpeza. Para quem faz muita fritura o ideal é cerâmica ou porcelanato, limpeza será frequente. Mas antes de escolher é preciso pensar no clima que você quer para o local. Desenhos e tons delicados trazem uma atmosfera mais suave, já materiais brilhantes e cores fortes agradam quem gosta de ambientes modernos. 

Material em alta: mármore, as tábuas corridas, os laminados, entre outros. Sempre devemos considerar cor, textura, tamanho, resistência mecânica, nível de absorçao de água, além das tendências do momento.
 
Clima: Quente X Frio


     Clima frio e úmido: prefira pisos mais quentes como madeira, principalmente dormitórios. Em outros ambientes podemos usar de outros tipos de pisos: vidros e metais, pedras com madeiras. O piso frio em placas grandes dá um ar de sofisticação e amplitude às salas. Existem várias opções de acabamentos que reproduzem texturas de pedras, couro, madeira e cimento queimado.
     Na área de serviço prefira cerâmica: cuidado com mármore, absorvem substâncias com muita facilidade.
Garagem e entrada: prefira com antiderrapantes e resistentes: pedras, os quartzitos, que combinadas com madeira dão toque de requinte do ambiente.
     Revestimentos “quentes” pode optar por tábuas e tacos de madeira verdadeira ou por aqueles feitos de compensados. Eles são mais baratos e mais fáceis de instalar, e reproduzem vários padrões de madeira, como pau-marfim, mogno e imbuia.
    Para deixar os ambientes íntimos mais aconchegantes, nada melhor do que os carpetes. Existem vários tipos e cores, com fios sintéticos e anti-alérgicos. Quem tiver bichos de estimação deve evitá-los, pois são mais difíceis de limpar e juntam pêlos.

Tipos de materiais:
Cerâmica: Manutenção: pouca
Onde aplicar: Cozinha, área de serviço até quartos (podendo ser usado tapete ou detalhes em madeira para quebrar o ambiente frio). Também se for resistente pode ser usado em garagem e espaço de lazer se tiver (PEI IV ou V).
Tipos: Esmaltadas, naturais e porcelanato.

Madeira: feito de várias lâminas de madeira natural compensada.
Manutenção: mais difíceis de mantê-los limpos.
Onde aplicar: não recomendado para áreas molhadas. Recomendado quartos e salas.
Tipo: tábuas corridas, laminados tacs e parquês.

Laminado: piso laminado é artificial seu miolo é de aglomerado (pedacinos de madeira).
Aplicação: instalados da mesma maneira que a madeira.
Onde aplicar: não recomendado para áreas molhadas. Recomendado quartos e salas.

Taco e Parquê: espessura: taco tem 2cm e o parquê 1 cm.
Aplicação: colados numa base de cimento ou madeira desde que estaja firme e seca.
Podendo variar desenhos e cores. 

 Assoalho de tábua corrida: clássico, o piso de madeira feito com réguas encaixadas admite várias opções de comprimento e largura, com espessura geralmente de 2 cm. As tábuas podem ser presas diretamente no chão. Neste caso, pode acrescer até 5 cm à altura do piso. 

Pedras: os mármores e granitos polidos flameados ou brutos ainda são muito usados. Eles têm em comum a resistência, a durabilidade e a fácil manutenção. Apesar de serem mais bonitos que os granitos, os mármores são menos resistentes e suscetíveis à manchas e ao desgaste. As pedras são recomendados para áreas internas, como salas, halls e demais ambientes sociais. Para cozinhas e áreas externas prefira os granitos por serem mais duros e resistentes a substâncias químicas. 

E o revestimento certo?
     Quando for comprar piso para sua casa, use a tabela baseada no índice PEI, que caracteriza o revestimento cerâmico, de acordo com a resistência ao desgaste que o material suporta, sem ter seu aspecto visual danificado. O PEI varia de um a cinco. Quanto maior o número, mais resistente e adequado às áreas de maior circulação. Abaixo está uma tabela de orientação com o grau de resistência do piso e do local onde é apropriado usá-lo.
0 - somente em paredes 1 - leve banheiros, dormitórios residenciais 2 - médio interiores residencias de menor tráfego 3 - médio/intenso lojas e corredores internos 4 - intenso lojas, bancos, escolas e hospitais 5 - super intenso ambientes públicos, de tráfego intenso como rodoviárias, supermercados
Fonte: acessa.com
Fonte: www.mg500.com.br;  acessa.com.